Neemias Félix
Homofobia pra cá, homofobia pra lá, e as pessoas menos avisadas vão sendo levadas na
rede de arrasto e na onda daqueles que ardilosamente emprestaram a essa palavra
um sentido que ela, a rigor, não tem.
Quem compulsar o Dicionário Houaiss vai encontrar
uma única acepção para a palavra homofobia,
que é rejeição e aversão a homossexual e
a homossexualidade. E não poderia ser outra, já que o radical grego phóbos sugere horror,
medo. As palavras que terminam com o
pospositivo fobia designam
invariavelmente psicopatias que acometem pessoas que apresentam medo doentio,
pavor incontrolável, aversão, sentimento de repugnância. Até aqui, apenas a
denúncia da impropriedade do termo.
A desonestidade do uso da palavra reside no fato de
que a escolha não foi aleatória ou inocente. Foi infesta, dolosa. A intenção
dos ativistas homossexuais é espezinhar os que consideram o homossexualismo uma
perversão, um desvio moral, e assim inverter a situação. É atribuir aos que
pensam diferente uma pecha, colar na sua testa um rótulo, um estigma. Como na
ordem do pensamento leninista: “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você
é.” E a massa ignara assimila, repete, cristaliza a palavra maldita e lança
seus impropérios, tal como fazia com os leprosos do tempo de Jesus:
“Homofóbico, lá vai o homofóbico!”
Quem tem o trabalho de raciocinar um pouquinho sabe
que a realidade não é essa. E os próprios números da estatística gayzista revelam a falácia, os fracos
argumentos dos ativistas gays. Se
houvesse realmente o índice de homofobia que eles alardeiam, os crimes contra
esse grupo não ficariam em torno de apenas duzentos por ano num total de mais
de cinquenta mil que, infelizmente, ocorrem numa população de quase duzentos
milhões de brasileiros. Sem mencionar o fato de que mais da metade dos
assassinatos envolvem as próprias paixões dessa “comunidade”. Além das drogas,
é claro.
A prova maior da inexistência da propalada homofobia
é a liberdade que os homossexuais têm para fazer suas passeatas pelo Brasil
afora. Milhares de gays afrontam a
população com suas provocações, trejeitos, indecências e ainda são patrocinados
pelo Estado, esse ladrão que rouba as parcas economias da maioria hétero para
atulhar os cofres dos sodomitas, sempre iracundos, vociferando aqui e ali contra
tudo e contra todos.
Esses chupins das tetas do Estado ainda têm o
desplante de xingar os cristãos de modo geral, zombar do Papa, ameaçar os
evangélicos e dizer que são capazes de pegar em armas para defender seus
“direitos”. Tudo isso, para nossa vergonha, dentro de um Congresso Nacional
exânime e indecorosamente submisso aos seus caprichos.
Homofobia uma ova! O que pretende a turma do sexo
fecal é tapar a boca dos discordantes, criminalizar a opinião, liberdade mais
preciosa de uma democracia, e instalar a preponderância e a ditadura de uma
minoria, num golpe de reengenharia social perversa e absurda.
Se esses caras vivessem no Irã ou na Arábia Saudita,
por exemplo, saberiam exatamente o que
é homofobia. Aqui não, violão.
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